Lameblogadas

sábado, abril 30, 2005



“Eu tinha qualquer coisa como andar de costas, quando todos andam de frente. Qualquer coisa como gritar, quando todos calam. Qualquer coisa que ofendia os outros, que não era a mesma deles e fazia com que me olhassem vermelhos, os dentes rasgando as coisas, eu doía neles como se fosse ácido, espinho, caco de vidro" (Caio Fernando Abreu) *

* Da resenha do amigo Marcelo Moutinho publicada hoje no Prosa e Verso.

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Pequenas epifanias só daqui a um ano...

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