Lameblogadas

segunda-feira, junho 06, 2005



A Mafalda que trouxe de Buenos Aires quebrou em três pedaços. Espero que tenha sido a última da série coisas-que-quebram-ultimamente. De qualquer forma, tem como colar. O computador não tem conserto? Há quatro Truffauts em cartaz. A moldura ficou cara? "Noites de Cabíria" faz esquecer. Tudo que vai pode voltar em dobro.

Hoje, abri uma caixa com nada menos que o novo livro do Carpinejar, o mesmo que cheguei a pôr na cesta do Submarino mas acabei desistindo de comprar. Intuição? Sorte? Não, amizade. No mesmo pacote, "A vida literária no Brasil 1900", de Brito Broca, que recebi há pouco tempo no mailing da Folha Seca e tive toda a vontade do mundo de adquirir. Ganhei.

Pouco antes, um passeio no Centro (que recomendo) e uma passada no sebo Elizart, apresentado a mim pelo amigo querido Sidney e no qual não punha os pés desde o longíquo ano 2000. Na bolsa de compras, um presente lindo para a pessoa amada e dois livros sobre cinema para a coleção que só cresce: um de Fellini, outro de Lulu de Barros, cineasta que conheci nas aulas do professor Hernani, na saudosa Cinemateca do MAM. Luxo!

Por fim, a descoberta de um novo velho lugar, o Paladino, com seus omeletes de dar água na boca, na Marechal Floriano, que um dia me ensinaram ser a antiga Rua Larga.

Volto para casa parecendo uma biblioteca ambulante e feliz por ter visto ontem a luzinha verde do vagalume.

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